Resumo rápido: IRFM11 (IT NOW IRF-M P2) é um ETF de renda fixa que replica o índice IRF-M, composto por títulos públicos prefixados (LTN e NTN-F) com prazo médio da carteira igual ou superior a 2 anos. A taxa de administração é de 0,20% ao ano, e o fundo é gerido pelo Itaú Asset.
IRFM11 é um ETF negociado na B3 que replica o índice IRF-M, calculado pela Anbima. Esse índice reúne títulos públicos prefixados — LTNs (Letras do Tesouro Nacional) e NTN-Fs (Notas do Tesouro Nacional, série F) — ofertados publicamente pelo Tesouro Nacional, com vencimento superior a um mês. O peso de cada título no índice é definido pelo volume disponível no mercado, e a carteira é rebalanceada mensalmente, mantendo prazo médio igual ou superior a 2 anos.
| Característica | Detalhe |
| Índice replicado | IRF-M (Anbima) |
| Composição | Títulos públicos prefixados (LTN e NTN-F) |
| Gestora | Itaú Asset |
| Taxa de administração | 0,20% ao ano |
| Rebalanceamento | Mensal |
| Negociação | Via home broker, como uma ação, na B3 |
Dados consultados em outubro de 2026 — taxa de administração e composição podem ser atualizadas pela gestora; confira sempre os dados oficiais antes de investir.
Títulos prefixados, como os que compõem o IRF-M, tendem a se valorizar quando a expectativa de juros futuros cai — porque a taxa já está travada e fica mais atrativa frente a novas emissões com taxa menor. Por isso, o IRFM11 costuma ser usado por quem aposta em queda da taxa Selic no horizonte de alguns anos. Na direção oposta, se a expectativa de juros sobe, o valor de mercado das cotas do ETF tende a cair, mesmo antes do vencimento dos títulos.
| ETF | Índice | Tipo de título | Indexador |
| IRFM11 | IRF-M | LTN / NTN-F | Prefixado |
| IMAB11 | IMA-B | NTN-B | IPCA+ (todos os prazos) |
| LFTS11 | Índice Teva Tesouro Selic | LFT | Pós-fixado (Selic) |
O principal risco do IRFM11 é a marcação a mercado: como o ETF não tem data de vencimento, uma alta inesperada nos juros futuros pode reduzir o valor das cotas no curto prazo, mesmo que os títulos subjacentes sejam do Tesouro Nacional e tenham baixo risco de crédito. Quem precisa resgatar em um momento de juros em alta pode realizar perda.
Não. ETFs não são cobertos pelo FGC. A segurança vem da qualidade dos títulos públicos federais na carteira, mas o risco de mercado (oscilação de preço da cota) não é eliminado por isso.
Segue a tabela regressiva de Imposto de Renda para fundos de renda fixa, de 22,5% a 15% conforme o tempo de permanência na aplicação.
Não necessariamente no curto prazo. Apesar de investir em títulos públicos federais, o valor de mercado das cotas pode oscilar com a expectativa de juros. Quem busca previsibilidade total de valor no resgate pode preferir um título prefixado comprado diretamente no Tesouro Direto e mantido até o vencimento.
Aviso: este conteúdo tem caráter exclusivamente educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.
Veja também: ETF de Renda Fixa B5P211 e ETF de Renda Fixa IMAB11.
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